terça-feira, 17 de outubro de 2017

Cartões disponíveis - APG Centro:

Bruno M.  e Siva
Luisa D. Prediger
Luis A. K. Bugin
Livia G. da Silva
Claudia P. Damasio
Douglas C. de Oliveira
Guilherme Censi
Israel D. de Castro
Simone I. Jacques

sábado, 7 de outubro de 2017

SOBRE O CORTE DO RU PARA OS PÓS-DOCS

Na última sexta-feira, a APG, junto com dois pós-docs, reuniu-se com a Pró-reitora de Assuntos Estudantis, Professora Suzi Alves Camey. A pauta foi única: explicações sobre o corte do subsídio ao RU para os pós-docs.

Desde 11 de setembro, a Reitoria da UFRGS acatou uma decisão da Controladoria Geral da União, de cortar o subsídio ao Restaurante Universitário para servidores e terceirizados, alegando duplo benefício (mesmo que em alguns casos, o subsídio seja apenas Vale Alimentação de cerca de R$ 150,00).

Questionamos o porquê desse corte ter sido aplicado aos pós-docs, visto que esses, assim como mestrandos e doutorandos, não recebem nenhum tipo de benefício como vale refeição, vale alimentação, vale transporte, férias, décimo terceiro, insalubridade, etc. Além disso, muitos atuam de maneira voluntária e sequer bolsa recebem.

Suzi foi taxativa ao responder que a decisão de cortar o RU dos pós-docs foi tomada pelo gabinete do reitor, sem ter qualquer relação com a recomendação da CGU (unilateral e autoritária!). Continuou dizendo que as bolsas, tanto de pós-doc como de pós-graduação são muito altas, que concorda plenamente com o corte, e mais: QUE É QUESTÃO DE TEMPO ATÉ QUE ELE SE EXTENDA AOS ALUNOS DE MESTRADO E DOUTORADO.

Ao ser questionada se sabia que o valor real das bolsas hoje é de quase metade do que era em 1995, Suzi disse que isso é normal e "tá acontecendo com todo mundo". Suzi recebe, de salário bruto, quase R$23.000.

Externamente, a Reitoria faz uma propaganda bonita sobre excelência, comemorando os resultados da avaliação da CAPES. Pelas costas, ela arranca comida da boca daqueles e daquelas que constroem a tal "excelência": os alunos.

Alunos estes, que assim como servidores técnico-administrativos, tem sua voz desrespeitada a cada dia que passa sob a gestão atual, visto que ela não recebeu a maioria dos votos, não sendo eleita democraticamente.

Com a retirada de direitos dos pós-docs e a AMEAÇA da pró-reitora em relação aos direitos de mestrandos e doutorandos, se faz cada vez mais necessário que a pós-graduação se mantenha unida e organizada, lutando por uma Universidade melhor!

terça-feira, 3 de outubro de 2017

CARTÕES TRI COM DOCUMENTAÇÃO INDEFERIDA PELA EPTC

Atenção, os estudantes que constam nessa lista devem retornar até a sede do centro da APG, pois a EPTC indeferiu sua documentação:

Alecsandro S. Dall Omo
Daiani M. De Vargas
Fábio M Dias
Leandro G da Silveira
Leticia Belegante Baratz
Louisiana C. F. Meireles
Lueci da Silva Silveira
Nathalia Valderrama







CARTÕES TRI DISPONÍVEIS NA SEDE DO CENTRO

Alexandre A. Meyer
Alexsandro S. De Salles
Alisson P. Souza
Andrei S. M. Rodriguez
Cláudia P Damasio
Denis R. Barbosa
Douglas C. De Oliveira
Gabriel T. Dos Santos
Josias L. De Mello
Karinne W. S. De Menezes 1
Leo A. M.Martins
Livia G. Da Silva
Lucas B. Rica
Queite M. S. Da Silva
Raquel B. R. De Ávila
Tanussa P. Simas
Victor H. De Oliveira

Em virtude do fechamento temporário da sede do Vale em razão da troca de bolsista, quem solicitou o cartão no Vale deve retirar na sede do Centro.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

SELEÇÃO DE BOLSISTA PARA A APG - SEDE DO VALE

 

A associação de pós-graduandos está selecionando bolsista PRAE para a sede do Vale.
Tarefas: Atendimento, confecção do TRI e outras tarefas administrativas.
Bolsa PRAE: Carga horária 20h.
Remuneração: R$ 400,00
Interessados enviar e-mail para apg.ufrgs@gmail.com
contendo: currículo simples, histórico escolar e comprovante de matrícula ATÉ 06/10/2017.

comunicado


A sede do Vale está fechada por tempo indeterminado. Estamos em processo de seleção de bolsistas PRAE (disponibilidade 20 horas) para atendimento nesse campus.

Agradecemos a atenção e compreensão.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

AUDIÊNCIA PÚBLICA PETROBRÁS

A Audiência Pública trata-se da defesa dos postos de trabalho, da saúde e segurança dos trabalhadores e da comunidade pois a empresa está reduzindo o número de trabalhadores abaixo do número mínimo de segurança.

Isto está ocorrendo pois a gestão da empresa quer enxugar para privatizar, então o ato também é em defesa da Petrobrás! É tarefa do pós graduando defender nossa Petrobrás!


domingo, 3 de setembro de 2017

Membros da APG e Pós-Graduandos se reunem com Pró-Reitor de Pós-Graduação da UFRGS

Na tarde de 31 de agosto, o pró-reitor Celso Giannetti Loureiro Chaves e a vice-pró-reitora Marcia Langeloh, receberam Nanashara (APG), Rodrigo (pós-Química), Vanessa (APG), Vicente (pós-História), Henrique (APG) e Eliege (pós-Comunicação e Informação). O encontro foi uma demanda acordada em Assembleia da APG realizada em 11 de agosto de 2017. 

O primeiro ponto de pauta abordado foi com Rodrigo, sobre a mobilidade e acessibilidade no campus Vale. Ele relatou que falta cobertura nos corredores internos, caminho entre salas de aula e laboratórios por exemplo. Quando chove, principalmente aquele que utilizam algum auxilio para o deslocamento, ficam ainda mais dificultados de transportar os materiais reagentes ainda mais sem molhar. O pró-reitor respondeu que somente a Suinfra pode resolver a questão e que o pedido deve ser feito diretamente à esta superintendência. Nana insistiu que a APG já bateu em várias portas mas até o momento sem sucesso. Henrique lembrou das paradas de ônibus mal iluminadas e sem cobertura, cujo caminho até as salas de aula não é calçado. Segundo o pró-reitor Celso, este caso também deve ser remetido à Suinfra. 

Em relação aos cortes de verbas, o grupo pediu uma informação oficial da pró-reitoria, já que apenas informações desencontradas circulam pela imprensa, e a possibilidade de haver uma Assembleia para prestação de contas. O pró-reitor Celso explicou duas questões: a primeira, referente ao Proap (recursos referentes ao programas de pós 3,4 e 5), disse que a pró-reitoria é um órgão executor e que as demandas são todas dos programas, de modo que as informações e a prestação de contas devem ser solicitadas a cada programa de pós, que ele não poderia divulgar os números sem antes ter autorização do Reitor; a segunda, que o Proex (recursos referentes ao programas de pós 6 e 7),  não se relaciona com esta pró-reitoria, que o recurso fica em uma conta bancária aberta especialmente para este fim no nome do gestor do mesmo, desta maneira, também estas informações/prestação de contas devem ser obtidas junto aos programas de pós. O último ponto de pauta foi sobre os cortes. Celso explicou que a Capes passou os recursos em março de 2017 e desde não nada mais entrou, nem há perspectiva de suplementação. O referido valor deve ser utilizado até o fim do ano, mas a universidade já está divulgando que o recurso só permite funcionar do mesmo modo até setembro. Disse que gostaria de ser otimista, mas não deve ser; que haverá cortes e podem ocorrer em áreas tais como: pagamento de luz, de água, de terceirizados, de segurança, de insumos de laboratórios, e que não se sabe exatamente. 

Especificamente sobre as bolsas, disse não saber e citou o professor Abílio que fará uma aula magna na UERGS neste primeiro de setembro, o qual tem dito que não haverá cortes de bolsas. Sobre as bolsas CNPq disse não ter informações. Referente ao acesso ao RU por parte dos estudantes de pós-doc, disse não ter informações sobre se o valor vai saltar pra 7 reais. Nana ainda lembrou que a APG vem pelo menos há três anos solicitando que seja instalada uma linha de telefone e internet nas duas sedes da APG (Centro e Vale), sem sucesso. Seria preciso ainda materiais de escritório e serviço de limpeza. O pró-reitor explicou que envia estes processos conforme o caso à Proplan, CPD ou Suinfra, sublinhando a importância, mas que não tem autonomia para solucionar. 

Os próximos passos exigem organização de nós, estudantes. As notícias não são boas, mas isso não deve impedir que toda comunidade acadêmica participe e decida quais áreas devem ou não sofrer cortes. A APG seguirá mobilizando os pós-graduandos e defendendo a educação pública de qualidade e a ciência!




quinta-feira, 29 de junho de 2017

GREVE GERAL


Convocamos todos e todas a somarem-se às mobilizações da GREVE GERAL de amanhã.

Nenhum direito a menos! Fora Temer e suas reformas!

quarta-feira, 28 de junho de 2017





#orgulhoLGBT

A Associação de Pós-Graduandos da UFRGS também celebra o Dia Internacional do Orgulho LGBT! A superação do preconceito e da discriminação por orientação ou expressão sexual e pela identidade de gênero é uma luta é de todos/as nós! 

Apoio aos pós-graduandos da UFRGS:

1) NAE (Núcleo de Apoio ao Estudante): nae.psico@ufrgs.br, 3308.5453, Ramiro Barcelos, 2777 (Anexo I da Saúde) - sala 314

2) CIPAS (Centro Interdisciplinar de Pesquisa e Atenção à Saúde): cipas@ufrgs.br, 3308.5453, mesmo endereço, sala 316.

3) Ouvidoria da APG: apgufrgs.ouvidoria@gmail.com

sábado, 24 de junho de 2017

CARTÕES DISPONÍVEIS NO CENTRO E NORMALIZAÇÃO DO HORÁRIO

Coelgas,

Estão disponíveis na sede do centro os seguintes TRIs:

BERNARDO GRINGS
DENIS RODRIGUES BARBOSA
FERNANDA PICOLI ZARDO
JONATHALINE APOLLO DUARTE
KARINNE WENDY DE MENEZES
MARCOS VINICIUS ARAUJO
MARIA EUGENIA BASTIDAS
MARLUCE ALBRING COUTINHO

Em virtude de doença da bolsista da APG, nosso funcionamento nas últimas duas semanas foi reduzido, conforme informado. Confira sempre no canto esquerdo do blog os horários atualizados (celular tem que colocar "visualizar versão para desktop"). Nessa semana retornaremos ao horário normal:

CAMPUS CENTRO:
Segunda - 17h às 21h
Terça - Fechado
Quarta - 8h às 13h e 14h às 18h
Quinta – Fechado
Sexta - 8h às 12h e 13h às 17h
CAMPUS VALE:
Segunda Fechado
Terça 9h às 12h
Quarta - 13h às 17h
Quinta - 9h às 13h
Sexta - Fechado

Contamos com a compreensão de todas e todas,
Gestão Ocupar a Democracia



domingo, 18 de junho de 2017

CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL DE PÓS-GRADUANDOS


A Gestão Ocupar a Democracia convoca a todos alunos e alunas de pós-graduação para assembleia geral a ser realizada na sede da APG-CENTRO no dia 11/07/2017 às 18h30.

A pauta proposta é a seguinte:
1.       Reformas do governo Temer
2.       Informes dos RDs sobre as demandas de seus PPGs
3.       Votação de proposta de alteração da resolução da CAMPG que trata das seleções da pós-graduação


CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS E TODAS!

ATUAÇÃO DA APG

A Associação de pós-graduandos produziu um panfleto para divulgar sua luta na pós-graduação.


terça-feira, 13 de junho de 2017

CARTÕES TRI DISPONÍVEIS NA SEDE DO VALE

CARLA MALINOWSKI NEVES
DANIEL DUARTE DAS NEVES
DANIELI ROSANE DALLEMOLE
LUISA ZANINI DA  FONTOURA
RAFAEL NUNES  FERREIRA
RAQUEL BOTTINI DE MOURA

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Saúde Mental na Pós-Graduação:

"Bloqueio de escrita, ansiedade e dificuldade de cumprir prazos são problemas comuns entre estudantes de pós-graduação, embora poucas vezes o assunto seja tratado de forma aberta. O especialista em organização psicossocial e problemas psicológicos da escrita acadêmica, Robson Cruz, doutor em Psicologia pela UFMG e pós-doutor pela PUC-SP, concedeu entrevista à TV UFMG sobre o assunto." Confira na entrevista: https://youtu.be/a4sFlYZuQ3g

1) Estresse e depressão na pós-graduação: uma realidade que a academia insiste em não ver

Assédio Moral na Pós-Graduação:

1) Assédio moral na pós-graduação: uma situação corriqueira a ser combatida

2)  Assédio na pós-graduação: nos calar não é uma opção!

3) Quando a relação professor/estudante se torna abusiva na pós-graduação?


Apoio aos pós-graduandos da UFRGS:

1) NAE (Núcleo de Apoio ao Estudante): nae.psico@ufrgs.br, 3308.5453, Ramiro Barcelos, 2777 (Anexo I da Saúde) - sala 314

2) CIPAS (Centro Interdisciplinar de Pesquisa e Atenção à Saúde): cipas@ufrgs.br, 3308.5453, mesmo endereço, sala 316.

3) Ouvidoria da APG: apgufrgs.ouvidoria@gmail.com 

APG-UFRGS CONTRA O DESPEJO DA OCUPAÇÃO DA VILA BOA ESPERANÇA!


Segundo a reportagem de Isabella Sander para o Jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/05/geral/560769-familias-lutam-contra-despejo-de-area-da-ufrgs.html) são 96 famílias que encontram abrigo no número 7.223 da Avenida Bento Gonçalves. São mais de 300 pessoas, sendo 110 crianças, 70 idosos e quatro cadeirantes. A Vila Boa Esperança existe desde a década de 1960 e enfrenta agora pedido de reintegração de posse por parte de nossa Universidade, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que é proprietária desde 1984.

“A audiência de conciliação agendada para o dia 16 de março não resultou em acordo entre as partes, sendo redesignada para 4 de abril, quando a UFRGS também sinalizou negativamente quanto à proposta de acordo. O reitor da instituição, Rui Vicente Oppermann, em resposta a ofício enviado pela DPU, informou que a questão somente deveria ser tratada em juízo, indeferindo o pedido de audiência com a comunidade. ‘Fizemos um abaixo-assinado com 500 assinaturas pedindo um encontro com o reitor e ele recusou’, critica Cléo, presidente da Associação da Vila Boa Esperança.” – Trecho retirado da reportagem.

Ao pedir a reintegração de posse e evitar o diálogo com os ocupantes, a administração da UFRGS coloca famílias, crianças e idosos em risco de coerção e violência policial através do cumprimento de mandato de forma truculenta como ocorreu recentemente na Comunidade Alto da Colina, na zona leste de Porto Alegre.
Sabemos que existem mais casos de criminalização de ocupações, como ocorre com a Ocupação Lanceiros Negros e a Ocupação de Mulheres Mirabal, que são apoiadas por diversos estudantes da UFRGS.

Como Associação, questionamos: Por que nossa opinião sobre estas ocupações não importam? Nossa Universidade será conivente com um processo de reintegração de posse que vai colocar famílias para fora de suas casas? Em meio ao inverno gaúcho? Acreditamos que ações como essas não representam uma instituição que deve primar por uma sociedade melhor, sem desigualdades.

Isso evidencia que a falta de diálogo da reitoria não se restringe às e aos estudantes que ocuparam diversos prédios da instituição em protesto à aprovação da então PEC 55 (hoje aprovada como EC 95) que congela os investimentos federais em saúde e educação e já estão afetando diretamente a Universidade.  

A falta de diálogo da reitoria está prestes a colocar na rua 96 famílias, das quais 90% não tem para onde ir, segundo a Associação de Moradores da Vila Boa Esperança. Enquanto entidade estudantil, evidenciamos aqui nosso repúdio à falta de diálogo da Universidade com as famílias que lutam por moradia e relembramos à reitoria que dentre os valores da universidade estão “ética e responsabilidade social”.

Destacamos ainda que as medidas provisórias 2.220 de 2001 e 759 de 2016 garantem aos moradores dessa ocupação a concessão especial de uso para fins de moradia e que, eventual negativa desse direito, somente pode ser realizada por meio de processo administrativo com decisão fundamentada após realizado o contraditório. O Conselho Nacional de Justiça determina ainda, por meio da Resolução 125 de 2010, como um dever do poder judiciário e das partes a busca por uma conciliação. Por fim, o Estado brasileiro se comprometeu ainda, por meio do Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC) a garantir procedimentos jurídicos que garantam uma consulta genuína aos afetados antes que ocorra qualquer despejo forçado.

RESISTE VILA BOA ESPERANÇA!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Cartões TRI disponíveis na APG do campus centro e Vale

CENTRO:
Tiela Trapp
Adriana Rita
Fabiano

VALE:
Daniel Duarte das Neves
Gabriela Felten da Maia
Ivan  Daniel  Muller
João Vitor Braun
Luísa Zanini da  Fontoura
Nathanyelle Soraya Martins de Aquino
Paloma Guazzelli Della Giustuna
Pamella Goveia
Rafael Nunes Ferreira
Raquel Bottini de Moura

quinta-feira, 18 de maio de 2017

ATO 18/05 - FORA TEMER E DIRETAS JÁ!



Pós-graduandas e pós-graduandos,

Nosso país atravessa um período de retrocessos. Já tivemos a aprovação da PEC 55, que congela investimentos em saúde e educação por 20 anos, bem como, o PL 4.302/98, que permite a terceirização de todas as atividades de uma empresa.

Atualmente o governo Temer tenta aprovar a reforma da previdência, que vai impedir que o trabalhador sr aposente, bem como a reforma trabalhista, que retira direitos dos trabalhadores em diversos níveis.

Frente à atual conjuntura, convocamos a todos e todas a somarem-se às lutas pela derrubada de Temer e para conter o avanço neoliberal que nos ameaça!

A mobilização da APG se iniciará às 17h, somando-se ao Sarau da Ocupação Mulheres Mirabal, que luta contra um processo de reintegração de posse. O sarau ocorrerá na esquina democrática. Às 18h, marcharemos junto com todos os trabalhadores e trabalhadoras em luta pelas eleições diretas já, contra Temer e pela garantia de nossos direitos!

#FORATEMER
#DIRETASJÁ
#RESISTEMIRABAL

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Cartões TRI disponíveis na APG do campus centro.

Alice Hertzog
Athos Moreira da Silva
Bruno Cunha
Caeverton de Oliveira
Carla Fernanda 
David Spencer
Douglas de Oliveira
Elizabeth Pinto
Fabiane Tubino
Gabryelle Furtado
Gustavo Henrique Guilherme Stein
Jamile Ulisses 
Jaqueline Dilly
Jonas Araujo
Juliana Machado
Kledson Rober
Kristal de Moraes
Lenize Rodrigues
Livia Guilhermano 
Manuel Matine 
Maria Eduarda Lisboa
Mariana Gomes
Maxmiler Campos
Milagre Jacinto
Monica Gomes
Nicole Portela
Sidonio Ribeiro
Thalles Ricardo 
Tiziane Alessandra 

terça-feira, 2 de maio de 2017

Cartões TRI disponíveis para coleta na sede Centro



Alice Hertzog
Alice Muniz
Ana Paula Alf Lima
Ana Victoria Usuga
Athos Munhoz 
Bruna de Moraes
Bruna Favero 
Bruno Gallina 
Carolina Lima
Caroline Estefani
Daniel Duarte
Demora Tonon                        
Douglas Casarotto 
Eduarda  Borges
Elizabeth Medeiros
Fernando Fernandes
Francine Vaz 
Geórgia de Macedo
Ivonice Moraes
Jaciel Kunz 
Jennifer Domeneguini
Jonas Araujo 
Julia Giles 
Lenize Rodrigues
Leonardo
Luana Graziela 
Martiele Cortes
Matias Malleret
Miguel Rossetto
Nathanyelle Martins 
Patrícia Tometich
Rafaela Falcão
Ricardo Oselame
Rudi Cezar
Telis Adolfo Cumbe
Tiziane Alessandra

quarta-feira, 26 de abril de 2017


Cartões TRI disponíveis para coleta na sede Centro

Alessandra Matte
Aline Munz 
Ana Paula Ferreira                        
Ana Paula Ost 
Ana Victoria
Athos Munhoz
Bruna Favero
Bruna Rabello
Caina Lima
Carlos Fernando
Carolina Costa 
Carolina lima
Caroline Estefanie
Debora tonon 
Diogo Alex
Douglas Casarotto 
Eduarda Borges 
Elizabeth Pinto 
Fernando Fernandes
Georgia Macedo                        
Heron Pereira 
Ivonice Moraes
Jaciel Gustavo
João G. Da Costa
João Luis Vargas
Jonas Araujo
Juan David
Julia Giles
Kalane Peixoto 
Katia Soares
Lenize Ferreira 
Leonardo Vieira
Livia da Silva 
Lucas Costa 
Lucas May Rossetti
Marcos Siegmundo
Mariana Weber
Martiele Cortes 
Mateus Oliveira 
Matheus Boni 
Matias Maximiliano
Mayara Souza
Miguel Rossetto
Patrícia Tometich
Pedro Marques 
Rafaela Falcão 
Ricardo Oselane 
Rodinaldo Severo 
Suelen Reck
Telis Adolfo
Thyessa Vieira
Viviane Gueller

terça-feira, 18 de abril de 2017



CONFERÊNCIA LIVRE DE SAÚDE DAS MULHERES: Os retrocessos nos direitos sociais e os reflexos na saúde das mulheres


Eixo Temático - I - O papel do Estado no desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus reflexos na vida e na saúde das mulheres

Objetivos:

  • Debater como resgatar o financiamento da saúde considerando de um lado a vinculação de receitas da CF 1988 e de outro o estabelecimento de teto como disposição transitória pela Emenda Constitucional 95.
  • Debater sobre as ameaças às políticas sociais, como superá-las e como a saúde das mulheres pode ser afetada.
  • Discutir propostas para a implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres e diretrizes para definir a Política Municipal de Atenção Integral à Saúde das Mulheres.

Público-alvo
Usuárias (os), trabalhadoras (es) e gestoras (es) dos serviços de saúde.

Inscrições através do link: http://goo.gl/Ak84zs

Serão emitidos certificados de participação pelo Conselho Municipal de Saúde.

quarta-feira, 12 de abril de 2017




A APG informa que devido ao aumento da cobrança da EPTC para as segundas-vias, o valor da solicitação de segunda via passou para R$15,00, valor que é o mínimo para garantir a auto-sustentação da APG. O valor das renovações e primeiras vias segue em R$ 5,00!

quinta-feira, 6 de abril de 2017


Através deste, a atual gestão da APG - Ocupar a Democracia gostaria de responder à comunidade da pós-graduação sobre os problemas relatados na confecção dos TRIs.

A associação de pós-graduandos é composta por estudantes como vocês. Alguns bolsistas, outros não. Todos temos nossos afazeres enquanto pós-graduandos e conciliar a gestão da associação com nossas atividades não é uma tarefa fácil. Construímos a APG com muito suor e luta!

Para nos auxiliar, contamos com apenas dois bolsistas, cujas bolsas foram conseguidas com muito esforço.

Devido a problemas pessoais do bolsista do vale, ele não estava conseguindo abrir a sede com a frequência que deveria. O mesmo será substituído, e assim que tivermos um novo bolsista, a situação deve se normalizar.
Além disso, nossas sedes contam com pouquíssima infraestrutura. Apesar de pedirmos há anos, a Universidade não nos fornece recursos básicos, como:

- Internet;
- Telefone;
- Computadores;
- Impressoras.
E ainda, já sofremos com infestação de ratos e baratas nas sedes, que tivemos que resolver com recursos próprios.

Lembramos que mesmo com toda a falta de infraestrutura, oferecemos a renovação do TRI por apenas 5 reais, preço inferior ao oferecido por qualquer outra entidade. No entanto, destacamos que a APG não detém a exclusividade na sua produção, havendo outras entidades que também o produzem.

Os pedidos já foram protocolados junto à Universidade em mais de uma oportunidade. Quem desejar, pode entrar em contato cobrar estes itens da universidade. Também aceitamos doações (a maior parte do que temos nas sedes foi obtido através de doações).

Convidamos a todas e todos a somarem-se à nossa luta, todos os pós-graduandos podem construir uma APG melhor! Vem fazer parte da APG!


Os cartões TRI destes colegas já estão na sede da APG Centro disponíveis para retirada.

- Alina Van Dijk
- Athos Munhoz Moreira da Silva
- Bruna Fávero
- Clara Rech da Silveira
- Eduardo Feron Santos Azevedo
- Julia Giles Wunsch
- Letícia Rocha Machado
- Luana dos Santos Hanauer
- Luciana Monteiro Krebs
- Mariana Motta Vivian

Dúvidas: apgtri@gmail.com

terça-feira, 28 de março de 2017

CHAMADA PARA O ATO DO DIA 31/03/17


A Associação de pós-graduandos da UFRGS convida toda a sua comunidade a somar-se à luta contra a reforma da previdência, reforma trabalhista e o projeto de terceirização propostos pelo governo Michel Temer.

CONFECÇÃO DE FAIXAS E CARTAZES: 16H NA SEDE DA APG DO CENTRO
ATO PÚBLICO: 18H NA ESQUINA DEMOCRÁTICA
SOME-SE À NOSSA LUTA! FAÇA FAZER PARTE DA APG!

SELEÇÃO DE BOLSISTA PARA A APG - SEDE DO VALE 

A associação de pós-graduandos está selecionando bolsista PRAE para a sede do Vale.
Tarefas: Atendimento, confecção do TRI e outras tarefas administrativas.
Bolsa PRAE: Carga horária 20h.
Remuneração: R$ 400,00
Interessados enviar e-mail para apgtri@gmail.com
contendo: currículo simples, histórico escolar e comprovante de matrícula ATÉ 30/3/2017.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Ouvidoria da APG


A gestão Ocupar a Democracia criou uma coordenação jurídica/ouvidoria para que tenhamos um canal específico para acolher, informar e encaminhar denúncias e dúvidas dos estudantes de pós-graduação naquilo que se refere ao seu programa, aos docentes e à UFRGS. O contato pode ser realizado por meio do email apgufrgs.ouvidoria@gmail.com, com a garantia de sigilo do remetente e da gratuidade do serviço.

Aproveitamos para informar alguns canais de atendimento gratuito para outros assuntos jurídicos:
Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU) da UFRGS: Avenida João Pessoa, n 80, Telefone 3308-39-67;
Defensoria Pública da União: Rua Comendador Manoel Pereira, 24, Telefone3216-6946;
Defensoria Pública do Estado: Rua Sete de Setembro, 666, Telefone: 3211-2233;
Centro de Referência em Direitos Humanos: Rua Caldas Júnior, nº 352, Telefone 0800 644 5556.

Nota sobre a Operação PhD

A respeito dos recentes desdobramentos da Operação PhD da Polícia Federal, tendo em vista suas relações com a pós-graduação, a Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (APG-UFRGS) vem assim se manifestar:

1. A APG está ciente do caso e o acompanha com preocupação.

2. A APG lembra que as informações divulgadas até aqui não provaram culpa, e que tampouco transcorreu o devido processo legal. Portanto, cabe cautela na consideração dos fatos e na tomada de posições.

3. A APG espera que as instituições públicas envolvidas (Polícia Federal, Ministério Público e Judiciário) cumpram seu papel com lisura, e que a mídia proceda com responsabilidade ao tratar da Operação.

4. A APG entende que é preciso especial cuidado ao tratar das questões suscitadas pelo caso em uma conjuntura de fragilização da justiça ligada à exacerbação da luta social e da deterioração do conflito político no Brasil, marcada por: criminalização dos movimentos sociais; excessos, vieses e inconsequências na atuação da Polícia Federal, do Ministério Público e do Judiciário; iniciativas de desmonte dos sistemas públicos de educação, saúde e ciência e tecnologia.

5. A APG reafirma que o fato de existirem investigações em andamento não pode ser instrumentalizado para reforçar as ideias, que ganham força nesse momento, de o público é o lugar da corrupção e o privado, o lugar da eficiência. A APG ressalta a relevância social das atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas no âmbito da pós-graduação da UFRGS e suas contribuições para o desenvolvimento humano, que não se esgotam em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul ou mesmo no Brasil, mas são internacionalmente reconhecidas.

6. A APG demarca, especialmente, a necessidade de fortalecer as políticas que garantam isonomia e fortalecimento nos investimentos em educação e ciência e tecnologia, responsáveis pela pesquisa e formação de pesquisadores, especialmente nas instituições de educação superior, e mais ainda nas públicas, que são as grandes responsáveis pela pesquisa, pela inovação e pelo desenvolvimento científico no Brasil, pilares da soberania, da organização política, do crescimento econômico e dos avanços sociais da nação.

7. A APG segue atuando na defesa da transparência nos processos seletivos e de distribuição de bolsas nos programas de pós-graduação da UFRGS, em especial, e no sistema brasileiro de pós-graduação, em geral. Assim, segue defendendo o avanço de práticas de regulação que favoreçam os princípios de probidade na gestão da coisa pública sem obstaculizar a efetivação das atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segue, enfim, atuando na promoção da publicidade dos processos acadêmicos, da participação e da fiscalização cidadã. A APG convida aos pós-graduandos e a toda a comunidade, acadêmica e externa, a se engajar nesse esforço e se coloca à disposição para o diálogo.

Educação (da creche à pós-graduação) é direito, não é privilégio!

ASSOCIAÇÃO DE PÓS-GRADUANDOS DA UFRGS

Manifesto contra a extinção e privatização de fundações e companhias estaduais

MANIFESTO DOS PÓS-GRADUANDOS DA UFRGS CONTRA A EXTINÇÃO E PRIVATIZAÇÃO DE FUNDAÇÕES E COMPANHIAS
A Associação de Pós-graduandos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (APG – UFRGS), que representa mais de 12 mil estudantes da maior instituição de pesquisa, ensino e extensão do Rio Grande do Sul, vem manifestar aos deputados e deputadas estaduais e ao conjunto da sociedade gaúcha a sua contrariedade ao pacote de medidas apresentadas pelo governador José Ivo Sartori, que promove a extinção de 11 órgãos ligados ao Executivo – 9 fundações, uma companhia e uma autarquia –, além da privatização ou federalização de 4 companhias. Isso tudo simboliza um retrocesso sem precedentes na nossa História.
A medida tomada pelo GOVERNO tem como objetivo principal a economia de recursos do governo de R$ 146,9 milhões por ano. Contudo com a aprovação destas medidas ocasionará na demissão de 1,2 mil servidores. Mas a construção de um ESTADO desenvolvido tecnologicamente somente se torna possível perante o fomento da CULTURA CIENTÍFICA. Não podemos tratar como desperdício despesas provenientes destas instituições, que contribuem para o desenvolvimento dos órgãos públicos. Desde a Antiguidade percebemos o quão necessário é possuir órgãos públicos destinados à pesquisa e conservação em áreas essenciais do governo, como no caso da economia e ecologia.
A extinção da Fundação Piratini, com o consequente fim da TVE e da FM Cultura, vem a ser um prejuízo cultural enorme ao Estado, já que elas detêm a maior produção de conteúdo entre as emissoras gaúchas e o maior espaço aos artistas locais – tudo a um custo muito baixo; representa, antes de tudo, uma preocupante falta de visão da comunicação como direito e da necessidade de uma comunicação pública, mediada pelos interesses da sociedade, e não comerciais. A FEPPS gerencia 6 hemocentros e o fornecimento de sangue a 152 hospitais, além de promover pesquisas relacionadas a doenças infecciosas em parceria com diversas universidades e outras instituições. A Metroplan desenvolve estudos e ações-fim essenciais para o planejamento urbano, tendo sido decisiva na formulação dos planos diretores e na gestão do transporte coletivo metropolitano, entre outros temas. A FEE é essencial para o sistema estatístico do Estado; jogar esse serviço para o mercado aumentaria os custos e faria com que o governo abdicasse de estudos empíricos promovidos por uma instituição confiável. Estado de base econômica fortemente baseada no setor agropecuário, o Rio Grande do Sul seria o único estado agrícola do país sem uma instituição de pesquisa na área com o fim da Fepagro. A CIENTEC, atuando como Laboratório Oficial do RS, trabalha na fiscalização e análise em diversos áreas, desenvolvendo também pesquisas em energia, eletrônica e alimentos. A Fundação Zoobotânica, além de dirigir espaços importantes como o Jardim Botânico, o Parque Zoológico de Sapucaia do Sul e o Museu de Ciências Naturais, é responsável pelo biomonitoramento da qualidade do ar e a única instituição do Sul do país a produzir o soro antiofídico (usado para tratar pessoas picadas por cobras no Estado). A Corag desenvolve serviços de excelência para a gestão pública estadual; e mais: é superavitária, repassando aos cofres do Estado mais recursos do que recebe. A FDRH é responsável direta pela formação dos servidores do Estado e municípios, qualificando a gestão pública.
A respeito das privatizações de empresas prestadoras de SERVIÇOS ESSENCIAIS à população, representa um desrespeito aos cidadãos, pois estas foram criadas com o dinheiro público e em prol da sociedade. Ao manter a administração destas ESTATAIS, o governo mantém sob seu controle receitas que iriam para a iniciativa privada, além destas empresas públicas realizarem o repasse dos lucros para a POPULAÇÃO. Ao passar um órgão público à INICIATIVA PRIVADA, esta irá buscar apenas o lucro, ocasionando em um provável acréscimo do valor repassado aos consumidores.
O efeito imediato das extinções e privatizações é a criação dos planos de afastamento voluntários e exonerações de cargos públicos, os quais foram admitidos por meio de concurso público. Para onde irão os mais de 1,2 mil SERVIDORES/AS destas instituições extintas ou privatizadas?
Em 2016, as despesas com DIÁRIAS e passagens do Executivo estadual aumentaram 13,18% entre janeiro e outubro, em relação ao mesmo período do ano passado. O valor GASTO a mais passa de 9,3 MILHÕES, conforme dados disponíveis no Portal da Transparência do Governo do Estado. Outro fator que deve ser enfrentado é a SONEGAÇÃO de impostos: já se deixou de arrecadar mais de R$ 6,9 bilhões em ICMS no ano de 2016, segundo dados dos técnicos tributários, consolidando um problema que é maior do que a própria dívida do Estado. Estas são apenas amostras de que há outros meios de reduzir as despesas públicas sem precarizar os serviços à população e demitir trabalhadores/as.
Nenhuma crise financeira pode ser maior do que as conquistas obtidas pela população gaúcha ao longo de sua História. Em vez de ter nos órgãos de pesquisa e prestação de serviços a causa dos problemas, o governo do Estado e a sociedade podem ter neles qualificados parceiros para a SOLUÇÃO dos desafios que o Rio Grande do Sul enfrenta.
ASSOCIAÇÃO DE PÓS-GRADUANDOS DA UFRGS, 14 DE DEZEMBRO DE 2016.

domingo, 4 de dezembro de 2016

POSSE da nova gestão e Organização dos pós-graudandos

Caros colegas,

A comissão eleitoral gostaria de convidar a todxs pós-graduandxs para a solenidade de posse da direção da Associação de Pós-graduandos da UFRGS e dos cargos de representação discente eleitos pela chapa "OCUPAR A DEMOCRACIA".

O evento ocorrerá dia 8 de dezembro (quinta-feira) às 18 h e 30 min na sede da APG do Campus Centro (atrás do prédio do Direito). Faltando espaço dentro da sede, a cerimônia será transferida para a parte de baixo do prédio novo de salas de aula (em frente).

Após, as 19h e 30 min (do mesmo dia), ocorrerá nova reunião de organização e mobilização dos pós-graduandos contra a PEC 55 e demais pautas estaduais e nacionais.

Atenciosamente,

Comissão eleitoral



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Resultado das eleições para APG 2016


Abaixo a ata da reunião da comissão eleitoral referente ao resultado da eleição para a diretoria e representação discente  da Associação de Pós-graduandos da UFRGS:





sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Nota dos estudantes do PPG Antropologia Social em apoio às ocupações!


MANIFESTAÇÃO DOS DISCENTES DO PPGENF-UFRGS SOBRE A PEC 55


 MANIFESTAÇÃO DOS DISCENTES DO PPGENF-UFRGS SOBRE A PEC 55 

Os discentes de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGENF-UFRGS) vem a público para expôr, por meio deste manifesto, o posicionamento contra a aprovação da PEC 241 - agora PEC 55 na tramitação do Senado - e apoio às ocupações dos estudantes em escolas e universidades do Brasil e, especificamente, ao movimento Ocupa Enfermagem e Saúde Coletiva da UFRGS (OcupaEENFSC). Somos bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de nível superior (CAPES), trabalhadores(as) em saúde e/ou professores(as) de enfermagem em outras instituições de ensino, preocupados com o futuro da saúde e educação em nosso país. 
A PEC 55 é uma emenda de alteração na Constituição Federal. Seu objetivo é implementar um novo regime fiscal, no qual os recursos financeiros públicos da saúde, educação, assistência social e outras políticas sociais, cresceriam somente conforme a inflação do ano anterior durante 20 anos. Portanto, representa um congelamento em investimentos vitais para a população mais pobre que depende de programas de assistência social, precariza as condições de trabalho de todos os profissionais de saúde e educação do setor público e também prejudica a classe média que aspira vagas em universidades públicas, programas de intercâmbio, concursos públicos na educação ou saúde. Ou seja, se for aprovada a PEC 55 prejudicará diretamente nossos direitos sociais durante várias gerações, por muitos mais de 20 anos. 
Na prática, podemos citar outros exemplos. Segundo a Pró-Reitoria de Planejamento e Administração da UFRGS, se a PEC 55 estivesse em vigor nos últimos 10 anos (2006-2015) a UFRGS teria um orçamento reduzido para menos da metade em 2015 - o orçamento da universidade com fonte no Tesouro foi de R$184.573.247,00 e, nas regras da PEC 55, seria de R$75.299.211,00. No Sistema Único de Saúde (SUS), segundo a Nota Técnica nº 28 do IPEA, caso a PEC 55 tivesse sido aprovada em 2003, a perda de recursos públicos investidos no SUS seria de 42% - equivalente a 257 bilhões 
de reais. No Ministério da Educação, segundo o DIEESE, se a PEC 55 tivesse sido aprovada em 2006, teríamos uma queda de 62% no orçamento de 2015. 
Atualmente o Sistema Único de Saúde já enfrenta dificuldades de investimento. Se entrar em vigor, a PEC 55 diminuiria ainda mais os recursos na estrutura da rede de serviços públicos e a população seria ainda mais prejudicada com a falta de recursos públicos para a saúde, assistência social e Educação. No campo social/político a PEC 55 reduz os investimentos em políticas sociais, com sérias consequências diretas no cuidado integral da sociedade. Assim, o discurso da privatização poderá ser respaldado, por isso, representando em uma drástica diminuição dos concursos públicos tanto na educação básica e superior, quanto na saúde. 
Entendemos a grave situação que o Brasil vive e também que mudanças são necessárias para que seja possível retomar o crescimento e o desenvolvimento do país. Entretanto, a PEC 55 não é o caminho, pois irá retirar da classe trabalhadora o dinheiro necessário para ajustar as contas públicas ao congelar os recursos em saúde, educação, assistência social e entre outros. 
Portanto, além de destruir os avanços conquistados pela população, a PEC 55 é muito seletiva, visto que os únicos beneficiados com esse projeto serão os detentores do capital financeiro e os interesses da iniciativa privada. Por isso destacamos outras formas de ajustar as contas, sem prejudicar ainda mais a população deste país. São exemplos: (1) a taxação de grandes fortunas, prevista na nossa Constituição desde 1988 e até hoje não efetivada; (2) a cobrança dos altos impostos sonegados em nosso país; (3) a justiça tributária como princípio balizador da arrecadação de impostos, obrigando uma tributação mais onerosa àqueles que concentram mais riquezas; (4) cobrança dos grandes devedores da Dívida Ativa da União; e, (5) revisão e realização de auditoria da dívida pública brasileira, que consome anualmente 45% do orçamento geral da União. Tal auditoria nunca foi realizada na história do Brasil e mostra-se como opção para impedir que o dinheiro público seja destinado de forma ilegítima aos bancos e às entidades privadas, segundo a Auditoria Cidadã da Dívida. 
Ressaltamos que com a proposição da PEC 55, o governo feriu constitucionalmente os direitos humanos garantidos até então, assim como as conquistas sociais. Entendemos que estamos em um momento político crítico. 
Por isso, é preciso unidade daqueles que defendem que as ações e serviços gratuitos de saúde sejam financiados com recursos públicos e que a saúde se mantenha como um direito de todos e dever do Estado. Não podemos aceitar passivamente que nossos direitos sejam perdidos, que a saúde pública seja desmantelada, não vamos permitir “nenhum direito a menos”. 
Nos dias 11 e 25 de novembro, participaremos da paralisação nacional. 

Porto Alegre, 09 de Novembro de 2016.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A Comissão Eleitoral dá a conhecer que foi escrita a chapa "Ocupar a Democracia" ao processo eleitoral da entidade tanto para os cargos de Coordenadores da APG como para Representantes Discentes.

A Nominata da Chapa para esses cargos, verificada e homologada pela comissão eleitoral é a seguinte:

Coordenação Geral

N° UFRGS
Nome
00172938
Guilherme Koszeniewski Rolim
00143792
Nanashara D'avila Sanches
00278610
Éverton Carlos Brezolin


Coordenação de Finanças

N° UFRGS
Nome
00195129
Caroline Scherer
00233221
Henrique Corrêa Vieira
00193414
Vinicius Stone Silva


Coordenação de Comunicação

N° UFRGS
Nome
00278333
Marcelo de Castro Maia
00152976
Jacson Raymundo
00195165
Paulo Rodrigues Cerqueira

Coordenação Jurídica e Ouvidoria

N° UFRGS
Nome
00161152
Leonardo Serrat de Oliveira Ramos
00124193
Paula Britto Agliardi

Coordenação de Representação Discente

N° UFRGS
Nome
00124193
Paula Britto Agliardi
00274081
Camila Traesel Schreiner
00221811
Vanessa Trindade Bortoluzzi
00259389
Fabiano Milano Frietzen
00241230
Carlos Francisco Habekost dos Santos


REPRESENTANTES DISCENTES


CONSUN

N° UFRGS
Nome
Cargo
00143792
Nanashara D'avila Sanches
Titular
00172938
Guilherme Koszeniewski Rolim
Suplente
00195129
Caroline Scherer
Titular
00278610
Éverton Carlos Brezolin
Suplente


CEPE

N° UFRGS
Nome
Cargo
00124193
Paula Britto Agliardi
Titular
00173192
Josue Schneider Martins
Suplente
00122449
Márcio Pereira Cabral
Titular
00171589
Jenifer Ortiz de Souza
Suplente


CAMPESQ

N° UFRGS
Nome
Cargo
00193157
Carolina Carvalho Prola
Titular
00173192
Josue Schneider Martins
Suplente
00194377
Pedro Perfeito da Silva
Titular
00241230
Carlos Francisco Habekost dos Santos
Suplente


CAMPG

N° UFRGS
Nome
Cargo
00161152
Leonardo Serrat de Oliveira Ramos
Titular
00179958
Camila Scherdien da Silva
Suplente
00152976
Jacson Raymundo
Titular
00172938
Guilherme Koszeniewski Rolim
Suplente
00144620
Bernardo Sfredo Miorando
Titular
00221811
Vanessa Trindade Bortoluzzi
Suplente
00101793
Brenda de Fraga Espindula
Titular
00193414
Vinicius Stone Silva
Suplente
00195129
Caroline Scherer
Titular
00195165
Paulo Rodrigues Cerqueira
Suplente


Lista de Apoiadores

N° UFRGS
Nome
00278528
Flávio Marcelo Busnello
00193007
Mellanie Fontes Dutra da Silva
00181586
Clivia Valle Machado
00281551
Vanessa Gonçalves Dias

A homologação foi feita em observação ao regido no Edital da Eleição e de acordo com a decisão da comissão eleitoral em sua reunião realizada no dia 09/11/2016. Do qual segue-se em anexo a ata: